Todo mês são dezenas de boletos, notas e vencimentos. Papel, WhatsApp, planilha, memória. Até agora.
O boleto que o fornecedor manda por e-mail vira pedido de pagamento sem ninguém digitar nada. O MA.TE lê a nota, o boleto, o valor, o vencimento — e monta tudo, esperando só a conferência.
Caso real: serviço de oficina com duas notas e boleto parcelado — montado automaticamente, parcela por parcela, com os valores lidos direto do XML da nota.
O pedido chega no WhatsApp de quem aprova. A resposta é um número. Pronto — aprovado da cabine da colheitadeira, se precisar.
Fornecedor mandou a mesma cobrança duas vezes? Ele avisa. Conta que já foi paga voltou com boleto novo? Ele avisa também. Ninguém mais paga em dobro por descuido.
Cada aviso traz o link do pedido suspeito e o comprovante — a conferência que levava uma ligação pro fornecedor agora leva um clique.
Seguro em seis vezes? Peças em duas? Ele agrupa as parcelas, mostra o plano inteiro — e aprova tudo num clique.
O financeiro paga pela fila, na ordem do vencimento, com o código de barras pronto pra copiar. Pagou? O comprovante chega automático no WhatsApp de quem pediu — e a nota segue direitinho pra contabilidade.
Cada pedido guarda a história completa: quem pediu, quem aprovou, quando pagou, qual comprovante — nada se perde, nunca.
Feito aqui, pra nossa fazenda, do nosso jeito. Cada pagamento com história, cada centavo com rastro.